acho que essa vai ser a última de tantas tentativas de fazer um blog... na verdade esta tentaiva é simultânea a outra - mas um blog que trata de outras aspirações... de outras epifanias...
estranho começar assim, sem saber ao certo o que dizer (escrever)... até onde ir, quando parar, o que escrever, como começar...
pois bem, como qualquer tentativa será válida vou copiar aqui o profile do meu orkut... isso vai elucidar um pouco de quem sou - ou de quem penso que sou...
...eu gosto do sol e gosto da chuva... gosto do céu, suas estrelas, nuvens e cores... gosto do pôr-do-sol e AMO a lua... gosto das árvores, suas formas e texturas... gosto de estar longe do concreto – sim! falo do cimento e do asfalto, das estruturas de aço e construções... gosto de quando o tempo parece parar... ficar deitada na rede olhando o nada e o tudo... gosto de caminhar contra o vento, olhando a paisagem, falando sozinha e esquecendo das pessoas que passam por mim... às vezes gostaria de ser invisível... gosto de andar de ônibus e ficar viajando (em ambos os sentidos) numa vida diferente, imaginando a vida de cada um e o que acontece dentro de cada casa, apartamento ou refúgio por onde passo... gosto de bichos, mas em especial gatos, pássaros, borboletas e tartarugas – inclusive tenho uma TATOOruga... Dolores... gosto de livros e de tudo que é escrito, música, poesia, enfim todas as artes e formas de expressão... e admiro quem os faz... gosto de quem acredita em alguma coisa sem medo de errar... gosto de pessoas que querem mudar... gosto de sair com amigos, conhecer pessoas... gosto de falar, perguntar, dar palpite, aprender... gosto de jogar sinuca e cartas, música ao vivo, encontros etílicos entre amigos, fugas da realidade, fazer o que realmente quero, deixar o corpo agir por si... gosto de momentos mágicos... gosto de ficar sem palavras... gosto do que é novo e do velho que vale a pena reviver... gosto de amar e amo demais – sem distinção... amo amigos, pessoas que admiro demais, família... gosto de gente, mas me dou bem com a solidão... até por que odeio estar mal acompanhada... tenho medo do escuro, do bicho-papão, dos raios e dos trovões... tenho medo que não gostem de mim e do que faço, mas vivo em estado de constatação – sou e faço para depois ver a reação... as vezes calada, as vezes falante... sempre confusa... sempre reticente... sempre querendo mais... odeio pré-conceitos e conceitos perpetuamente estabelecidos... odeio hipocrisia, mentira e injustiça... acredito nas pessoas, na paz e na revolta.... acredito na mudança... preciso de atenção e carinho... preciso que me segurem a mão... apesar de achar que o fundo do poço, as vezes, pode ser um bom lugar...